BEM VINDOS!

BEM VINDOS!

terça-feira, 6 de abril de 2010

Aulas de jongo, tambor de crioula e samba de roda, na Lapa

A Casa de Jorge, situada no lendário bairro da Lapa, no Rio de Janeiro, oferece todo primeiro sábado do mês oficinas e apresentações de jongo, tambor de crioula e samba de roda. Para quem tem interesse pela cultura afrodescendente ou for trabalhar História da África, esta é uma ótima oportunidade.
Data: todos os primeiros sábados dos meses de 2010
Ingresso: R$ 5,00
Local: Casa de Jorge – Rua do Resende, 26 – Lapa, Rio de Janeiro-RJ
Horário: das 13h30min às 19h
Mais informações: www.casaculturaldejorge.com.br

Museu do Índio com exposições sobre os índios brasileiros

Museu do Índio inaugura Galeria de Arte Indígena e exposições

O grupo indígena da etnia Mbyá Guarani do Rio de Janeiro inaugura o programa “Índio no Museu”, cuja proposta é, através de uma parceria direta com os índios, mostrar a documentação da sua cultura com foco na cultura material e no processo de produção de bens. A exposição fotográfica Ojapo Porã'i acontece no espaço Muro do Museu. São 20 fotos realizadas pelos próprios índios em oficinas organizadas pelo Museu do Índio. Há também a mostra etnográfica Tape Porã, impressões e movimento - os Mbyá no Rio de Janeiro, com cerca de 60 peças, fotos e vídeos, no Espaço Museu das Aldeias. O objetivo é refletir sobre o movimento – o deslocamento – na experiência de vida dos Mbyá, que se liga estreitamente à produção do que eles chamam de “estar bem” (-iko pora) e que significa tanto estar com saúde quanto estar “alegre” (-vy’a).
Na galeria acontece a mostra de venda Ombopara (grafismo Guarani). A criação da Galeria de Arte Indígena é uma iniciativa do Museu do Índio para agregar conteúdo social e étnico às peças comercializadas pelos diferentes grupos indígenas brasileiros. Na abertura da Galeria, o destaque é para o grupo Mbyá-Guarani, contextualizando a sua arte no nicho de mercado ecológico, já que os objetos vendidos por eles no Rio de Janeiro são feitos de fibra de bambu. A renda obtida reverterá para as associações Mbyá. O Projeto Guarani conta com o apoio da Fundação Banco do Brasil e da Unesco.
Data: até 15 de maio de 2010
Horário: de terça a sexta-feira, das 9h às 17h30min; sábados, domingos e feriados, das 13h às 17h.
Ingresso: R$ 3,00 (grátis aos domingos) Local: Rua das Palmeiras 55 – Botafogo, Rio de Janeiro-RJ

Novo Acordo Ortográfico (de Marcos Bagno)

Não é reforma, minha gente, é só um acordo!
Me espanta sempre a falta de criatividade (se é esse o nome do problema) dos jornalistas quando o assunto é língua. Existem temas interessantíssimos e questões cruciais para a compreensão das complexas relações entre língua e sociedade, mas esses profissionais da mídia só querem tratar do óbvio. E, para piorar, não lêem o que seus colegas publicam, procuram os especialistas (ou os falsos especialistas, na maioria dos casos) e perguntam as mesmas coisas, para obter as mesmas respostas já impressas e reimpressas. Como sou um dos rarissíssimos linguistas brasileiros que descem da torre de marfim acadêmica e dão a cara a tapa na divulgação científica e na disposição ao debate em terreno leigo (só consigo pensar num único outro colega que também faz isso, Sírio Possenti, da Unicamp, em suas colunas semanais na internet), recebo todos os dias pelo menos um pedido de entrevista. E todos só querem saber de três entidades fabulosas: a "reforma" ortográfica (que não existe); o "gerundismo" (que também não existe) e a "língua" da internet (que existe tanto quanto a mula-sem-cabeça). As palavras empregadas já indicam, de saída, a absoluta falta de informação de quem faz as perguntas. Com isso, num exercício de paciência que, espero, vai acumular pontos no meu cartão-fidelidade para participar da comunhão dos santos, tento, primeiro, desmontar as perguntas para depois responder. Haja!
A quantidade de declarações infelizes, quando não francamente burras, que circulam hoje em dia sobre a questão ortográfica mereceria uma boa investigação sociológica. Por que esses discursos são tão refratários a qualquer racionalidade mínima? Por que é que pessoas, aparentemente inteligentes, têm coragem de dizer que a partir de agora não vamos mais dizer "lingüiça" mas "linghiça", porque o trema foi abolido? Que a supressão do acento em "ideia" vai dificultar saber se a vogal tônica é aberta ou fechada? Ora, não existe acento que diferencie "velha" de "telha", "a corte" e "o corte", "a cerca" e "ele cerca", e no entanto ninguém confunde o grau de abertura das vogais tônicas dessas palavras. Vamos estudar um pouquinho, gente?
Antes de tudo, é preciso bradar aos quatro ventos que não se trata de uma "reforma", mas simplesmente de um acordo que elimina as pequeninas diferenças que existem entre as duas convenções ortográficas que vigoram no mundo de língua portuguesa: a brasileira e a lusitana, que impera em Portugal e nos demais países ditos lusófonos. Uma reforma, para merecer esse nome, implicaria em alterações radicais na aparência escrita da língua, como aconteceu, por exemplo, em 1945, quando "physica" virou "física" e "rhythmo" virou "ritmo". Nada disso está sendo proposto agora. São apenas alguns poucos acentos gráficos que deixarão de ser usados, junto com o trema (que, pelo amor de Deus, não é um acento!), além de uma regulação do uso do hífen. Com isso, somente 0,5% das palavras escritas em português brasileiro sofrem alguma alteração. É muito, muito pouco para alguém falar de "reforma". Mas muita gente fala! Perdoa, Pai, eles não sabem o que fazem...
Para não repetir o que já foi dito por outras pessoas mais competentes do que eu, remeto os leitores a dois textos primorosos, facilmente acessíveis. O primeiro é de José Luiz Fiorin e está disponível no meu site (www.marcosbagno.com.br) com o título "E agora, Portugal?". O outro é de Carlos Alberto Faraco e está no site do Museu da Língua Portuguesa (www.estacaodaluz.org.br) com o título "Uma mudança necessária". Nesses dois textos, o que se destaca é a análise política que eles fazem do Acordo. É essa que deveria interessar aos jornalistas, e não as novas regras de acentuação, que são pouquíssimas e podem ser aprendidas de cor em meia hora. Como escreve C. A. Faraco, "Portugal transformou a duplicidade de ortografias num instrumento político para embaraçar a presença brasileira seja nas relações com os demais países lusófonos, seja na promoção internacional da língua". E é isso mesmo. Muita gente naquele país totalmente desimportante na geopolítica global teme que o Brasil assuma, de fato e de direito, as rédeas na condução dos destinos da língua portuguesa no mundo, como se isso não fosse inevitável. Com o apego à ortografia que vigora lá e nos demais países, Portugal impede a livre circulação de material impresso no Brasil, sobretudo livros didáticos e dicionários; não reconhece os diplomas de proficiência em língua portuguesa que nós expedimos; exige que os organismos internacionais publiquem todos os seus documentos segundo as normas da grafia instituídas por lá etc. Trata-se de uma política linguística tacanha, que tenta encobrir o sol brasileiro com a peneira minúscula da ortografia lusa. No Brasil vivem 90% dos falantes de português de todo o mundo. O português brasileiro (e não simplesmente "o português") é a terceira língua mais falada no Ocidente (depois do espanhol e do inglês). Se todos os habitantes de Portugal e dos outros países "lusófonos" (que de lusófonos não têm nada: neles só uma minoria fala português) deixassem de usar a língua, ainda assim essa posição do português brasileiro não se alteraria no panorama linguístico global.
Defender a validade e a necessidade do Acordo ortográfico é defender a importância do Brasil e do português brasileiro no cenário mundial. É conferir autoestima a um povo que, há meio milênio, vem sendo acusado de "arruinar" o "idioma de Camões". Arruinamos mesmo, pronto, e daí? Mas é sobre essas ruínas que estamos erguendo uma língua surpreendente, que deixa os linguistas fascinados com as inovações sintáticas que estamos introduzindo, uma língua que é a cara do nosso povo, como têm quer ser (e de fato são) todas as línguas do mundo.

Artigo de Marcos Bagno publicado na revista Caros Amigos - Novembro de 2008
Disponível no site do autor (http://www.marcosbagno.com.br/conteudo/arquivos)

A Sétima arte a serviço da educação

Esses filmes são especialmente interessantes para trabalho em sala de aula, pois abrem caminho para diversas discussões
  • O vampiro de Düsseldorf, de Fritz Lang, de 1931*.
  • Tempos modernos, de Charles Chaplin, de 1936*.
  • Festim diabólico, de Alfred Hitchcock, de 1948.
  •  lha das Flores, de Jorge Furtado, Ana Luiza Azevedo e Giba Assis Brasil, de 1989 (curta-metragem)*.
  • Os incríveis, de Brad Bird, de 2004*.
  • T.R.A.N.S.I.T., de Piet Kroon, de 1997 (curta-metragem).
  • Ring of Fire, de Andreas Hykade, de 2000 (curta-metragem).
Estes dois últimos estão reunidos no DVD Melhores do Anima Mundi (vol. 2).
Você pode encontrar esses filmes em boas locadoras..

Sites interessantes sobre audiovisual e educação:

Sites interessantes sobre roteiros:

Assista a Ilha das Flores na internet:

TURMA DA MÔNICA - UMA AVENTURA NO TEMPO













Brasil, 2007
Gênero: animação
Duração: 80 minutos
Classificação: livre
Site Oficial:


FICHA TÉCNICA
Direção: Maurício de Souza
Roteiro: Didi Oliveira, Flávio de Souza e Emerson Bernardo de Abreu,
baseado em argumento de Airon Barreto de Lacerda, Manoel Barreto de
Lacerda e Elisabeth Mendes
Produção: Diler Trindade
Música: Márcio Araújo e Danilo Adriano
Direção de Arte: Sílvio Ribeiro
Edição: João Paulo Carvalho e Rafael Gomes

ELENCO
Rodrigo Andreatto Franjinha (voz)
Marli Bortoletto Mônica (voz)
Paulo Cavalcante Cascão (voz)
Elza Gonçalves Magali (voz)
Maria Angélica Santos Cebolinha (voz)
Maurício de Sousa Bidu e Pai da Mônica (voz)
Bianca Rinaldi Cabeleira Negra (voz)
Um filme divertido e inteligente onde a turminha viaja pelas diferentes épocas da existência do
homem para tentar salvar o mundo.
Além da qualidade técnica da produção, cenário, enredo e música, o bom humor que caracteriza os
quadrinhos está presente nos diálogos espertos e afiados.
Mônica, Cebolinha, Cascão e Magali rompem a barreira do tempo não só na tela mas também na
platéia, fazendo gerações retornarem à infância com suas divertidas aventuras.

SINOPSE
Franjinha tem a idéia de criar uma máquina do tempo. Mas a chegada de Mônica, Cebolinha, Cascão e
Magali ao laboratório faz com que os quatro elementos fundamentais – água, fogo, terra e ar – que
controlavam a experiência caíssem dentro do portal. Agora a turma tem de recuperá-los. Caso contrário
os relógios irão parar e o mundo irá congelar no espaço.
Cada personagem é mandado para um tempo na história desde a pré história do Piteco, ao mundo
indígena do Papa-Capim, passando por quando a turminha era ainda bebê até o universo futurista do
Astronauta. Todos vão a busca dos quatro elementos conhecendo muitos personagens interessantes,
engraçados ou mesmo assustadores!

A TURMINHA
Mônica (1963)
É conhecida pelos meninos do Bairro do Limoeiro como "dona da rua". Possui um coelhinho de pelúcia
chamado Sansão, que usa para bater em seus amiguinhos quando eles a xingam ou fazem planos contra
ela. Mônica tem um perfil antagônico: embora forçuda, ranzinza e irritadiça, morre de medo de bichos
como lagartas, lesmas e minhocas.
Cebolinha (1960)
É esperto, brincalhão e adora atazanar a Mônica. Tem como marcas registradas apenas cinco fios de
cabelo e um problema na fala: troca o "R" intervocálico por "L". Está sempre preparando "planos
infalíveis" para tentar tirar da Mônica o título de "dona da rua" ou roubar seu coelhinho de pelúcia,
Sansão, origem de sua força sobre-humana. No entanto, sempre acaba recebendo merecidas coelhadas
no final. No início da carreira de Mauricio, em tirinhas do jornal Folha da Manhã, Cebolinha era o
personagem principal.
Cascão (1961)
Devido ao seu medo irracional da água, até onde se sabe, nunca tomou banho na vida. Originalmente,
era apenas fissurado por lixo, mas aos poucos foi desenvolvendo uma personalidade brincalhona e
criativa que recicla objetos velhos para fazer brinquedos. É sempre chantageado pelo Cebolinha, seu
melhor amigo, para participar dos chamados “planos infalíveis”.
Magali (1963)
Menina doce, meiga e singela, mas de imensa fome. Tem vontade de comer tudo o que vê. Foi criada
baseada também em uma outra filha homônima de Mauricio - também chamada Magali - e que tinha
por aptidão comer uma melancia inteira. Além da gulodice, Magali tem um lado sensível, meigo e
poético.
Franjinha (1959)
O menino-cientista da turma, sua criação foi inspirada no próprio Mauricio quando este tinha dez anos.
Está sempre fazendo experiências em seu laboratório e faz muitos inventos.

OS VILÕES DA HISTÓRIA
Cabeleira Negra
Mulher ambiciosa, muito bonita e inteligente, lidera os seres interplanetários em sua busca de novos
tesouros. Ela rouba o Elemento Ar que se encontrava na nave do Astronauta.
Dente de Ouro
É um bandeirante que ao achar o Elemento Água resolve secar toda a floresta para poder garimpar seu
ouro com mais facilidade. Com isso, todos os índios, plantas e animais ficam a beira da morte pela fala
d’água.
Deus do Fogo
Uma figura apaixonada e cruel que, em poder do Elemento Fogo, ameaça incendiar a Aldeia de Lem
caso Thuga, seu amor, não se entregasse a ele.
A Turminha quando era bebê
Ninguém podia imaginar que a própria Turma da Mônica pudesse causar tanta confusão ainda tão
pequenos! De posse ao Elemento Terra, Mônica não o larga por nada!
O INÍCIO
Maurício de Sousa, então repórter policial da Folha da Manhã, no ano de 1959 ofereceu aos redatores
do jornal uma tira em quadrinhos sobre um cãozinho e seu dono, Bidu e Franjinha. Nos anos seguintes,
criou histórias sobre outros personagens, como Cebolinha e Cascão. Mas foi em 1963 que surgiu a
personagem que mudaria sua vida, Mônica.
As tiras de jornal e páginas do tipo tablóide semanais, invadiram dezenas de publicações por 10 anos.
Em 1970, a revista Mônica foi publicada, com tiragem de 200 mil revistas. Dois anos depois, foi lançada
Cebolinha e em seguida, Chico Bento, Cascão, Magali, Pelezinho, entre outras.

CURIOSIDADES
▪ O filme recebeu uma indicação ao Grande Prêmio do Cinema Brasileiro de Melhor Filme de Animação
e foi exibido em toda a América Latina.
▪ Os personagens foram construídos e exibidos em 2D enquanto o cenário em 3D. Desta forma, ao
mesmo tempo em que respeita a imagem dos personagens dos quadrinhos também é trabalhada
produções digitais de alta qualidade gerando um contraste bastante interessante nas imagens do filme.

TRABALHANDO O FILME EM SALA DE AULA

Indicado para trabalhar com alunos do Ensino Fundamental I o filme traz questões voltadas para todas
as áreas do conhecimento.
Orientações prévias
Os recursos audiovisuais, pela facilidade de acesso e pelo interesse que despertam nas crianças, podem
ser utilizados em várias atividades interdisciplinares.
Ao selecionar o filme, não se esqueça de:
▪ avisar previamente aos alunos que após o filme ser exibido, ele se transformará em um outro tipo de
texto.
▪ explorar a sinopse que acompanha o filme (fita de vídeo ou DVD). Ler e explorar com os alunos, críticas
de jornal ou revista sobre o filme. Fazer com que eles explicitem as expectativas que criaram a partir do
que foi lido.
▪ depois da exibição do filme, pedir aos alunos que façam um resumo oral, dizendo se suas expectativas
se confirmaram ou não e se eles gostaram do filme e por quê.
▪ sugerir aos alunos uma pesquisa sobre as personagens apresentadas no filme e sobre seu criador.
Atividades para o Ensino Fundamental I

CIÊNCIAS
1. Pensando na temática do filme, fazer os alunos refletirem sobre alguns aspectos ambientais de vital
importância para o nosso Planeta, o Homem e outros seres que nele habitam. Vale a pena relembrar aos
alunos a viagem de cada personagem:
Mônica: elemento a ser recuperado, fogo.
Cascão: elemento a ser recuperado, água.
Cebolinha: elemento a ser recuperado, ar.
Magali: elemento a ser recuperado, terra.
Ao finalizar essa retrospectiva oral do filme, o professor poderá montar quatro grupos para discutir e
pesquisar a importância e o estado atual de cada elemento. Estes grupos apresentarão esse estudo e
após estas pequenas apresentações, os alunos preencherão um grande quadro a fim de refletir sobre a
realidade atual do meio ambiente.

Sugestões:
Fogo: importância, sua utilização no passado e no presente.
Água: importância, onde é utilizada, como está sendo usada atualmente.
Ar: importância, qual a qualidade do nosso ar, como cuidar.
Terra: importância, como está sendo utilizada
2. Trabalhar com as crianças as paisagens nos diferentes tempos. Pedir para os alunos observarem em
cada época visitada pelos nossos heróis como eram as paisagens.
A partir daí, propor a criação de um grande painel com desenhos feitos pelos alunos demonstrando
como era a paisagem de cada época visitada. A seguir, observar o mural e conversar a respeito do que
mudou e o que permaneceu em cada paisagem.

Links de apoio

Brasil: Ambiente e Preservação
Índios do Brasil
Dinossauros: Ciência Hoje das Crianças

HISTÓRIA
1. No filme, a história da Magali nos mostra que voltar ao tempo pode ser um grande aprendizado.
Ela tem a chance de se ver bem pequena e perceber que sempre comeu muito.
e que tudo que é demais não é bom.
Será que se nós também pudéssemos voltar no tempo e nos olharmos não seria um bom aprendizado?
Seria uma boa oportunidade de nos conhecermos mais?
Discutir em classe quais as propostas de mudanças de cada uma das personagens. Por que o Cascão diz
que vai parar de reclamar quando cair uma chuva bem grande? E a Mônica, no que se propõe mudar? E
a Magali, e o Cebolinha?
A partir daqui, pedir aos alunos que montem uma linha do tempo da sua vida, destacando momentos e
atitudes que transformaram o seu modo de ser.

PORTUGUÊS
1. Ao final do filme existe uma música que pode ser cantada pelos alunos. Dar a letra às crianças para
fazer um jogral cantado.
“A vida é um relógio que bate seguindo o tempo do coração.
E sua vida não pára, é vento, é brisa, às vezes furacão.
Olhe o tempo, pegue o tempo, vire o tempo, mude o tempo,
Faça o tempo bom pra viver.
Toda hora, todo dia, toda vida, toda história tem o tempo que tem que ter.
Olha o tempo que vai,
Olha o tempo que vem
A nossa aventura do tempo chegou”.
Perguntar aos alunos se eles conhecem outras músicas que falem sobre o tempo.
Se não conhecerem, pedir para que pesquisem e apresentem aos colegas músicas, poemas ou trava
línguas que falem sobre o tempo.
A partir daí, discutir a importância de registrar e marcar o tempo. Aspectos que podem ser abordados:
datas, horários, duração de um evento, idade cronológica.
2. O filme Turma da Mônica – Uma Aventura no Tempo pode ser utilizado para desenvolver em grupo os
seguintes gêneros textuais.

Sinopse
História em quadrinhos
Conto
Dramatização.

Chame atenção dos alunos para os elementos que formam cada gênero e oriente-os no planejamento e
na realização da atividade. Eles podem seguir o planejamento proposto:
Sinopse: informar o título do filme, o cenário e a personagem principal; apresentar um resumo do
enredo; indicar a faixa etária a que se destina, estimular o leitor a assistir ao filme, por meio de
argumentos relacionados a sua produção: desempenho dos personagens,trilha sonora, efeitos especiais
etc. As sinopses poderão fazer parte de um mural ou jornal escolar, depois de lidos e comentados.
História em quadrinhos: decidir o número de quadros que a história vai ter e ilustrar as cenas,
formando uma seqüência de acontecimentos com princípio, meio e fim; caracterizar cenários e
personagens, utilizar balões diferentes para indicar frio, choro, pensamento, onomatopéia, dúvida,
surpresa, perigo, fogo, susto, grito, raiva, censura, cochicho, fala, idéia entre outros.
Conto: criar um narrador, que pode ser uma das personagens ou pode apenas contar os fatos, sem
participar da história; caracterizar as personagens e o cenário; informar a época em que a história se
passa; fazer uma história que apresente uma macroestrutura coesa e coerente.
Dramatização: escrever uma pequena história que atenda as exigências próprias desse gênero textual.
O professor trará livros que exemplifiquem o gênero e sirvam de modelo ao aluno. O grupo deve
escolher o local mais adequado para apresentar e construir o ambiente das cenas. O grupo também
pode orientar os atores sobre o tipo de vestes e adereços que devem usar. Podem trazer peças de
vestuário e enfeites de casa ou até mesmo confeccioná-los com materiais adequados. Os alunos
poderão pesquisar melodias, sons e ruídos que serão executados durante a apresentação.

ARTES PLÁSTICAS
1. Logo no começo do filme, o Cebolinha tenta mais um plano infalível contra a Mônica que, como
sempre, não dá certo! Mesmo assim, sendo uma criança muito empenhada e criativa, o Cebolinha
desenha todo seu plano como se fosse uma história em quadrinhos.
Pedir para os alunos fazerem como o Cebolinha: criar um plano infalível e o desenhá-lo em quadrinhos.
Utilize papel sulfite A3 e lápis grafite 6B, orientando para que as crianças explorem as diferentes
tonalidades de cinza oferecidas pelo lápis.
No final, montar um painel com as histórias criadas pelos alunos. Discutir com os alunos como foi o
processo vivido por eles: o que foi fácil, o que for difícil.
2. O filme é feito com paisagens em 3D e os personagens em 2D. A diferença fundamental entre essas
duas imagens é a noção de profundidade. Imagem em 2D são aquelas que exibem duas dimensões,
sendo compostas pela largura e comprimento. Já uma imagem em 3D nos dá a ilusão de profundidade,
se parecendo com uma fotografia.
Pesquisar com as crianças em revistas, imagens fotográficas de ambientes como praia, parques,
interiores de casa, vistas panorâmicas e etc. Trabalhar em cima das imagens encontradas, comentandoas
e evidenciando a noção de perspectiva. Depois as crianças deverão criar personagens, recortá-los e
colá-los no cenário por ela pesquisado.
De preferência escolher materiais que acentuem o contraste entre o cenário e os personagens. Não
esquecer que esta é uma atividade de criação onde podem ser explorados os mais diversos tipos de
cenários/paisagens e personagens.
Links de apoio:

 
Atividades integradas de reflexão e cidadania
Uma questão importante abordada é a amizade e o respeito entre as pessoas. Apesar de diferentes,
todos são amigos.
Pedir para os alunos citar as principais características dos personagens – suas habilidades e suas
dificuldades. Em seguida, promover uma discussão sobre os personagens, destacando suas semelhanças
e diferenças.
Introduzir na discussão o fato de que mesmo sem visão, Dorinha foi capaz de ajudar o Franjinha e Luca
foi super importante para salvar o Cebolinha e o Cascão, apesar de estar em cadeira de rodas.
A seguir, pedir para os alunos citarem as suas habilidades e as suas dificuldades e como essas
características interferem no relacionamento do grupo/classe.
Links de apoio:
Portal da turma da Mônica

Fonte:Site TELA BRASIL

segunda-feira, 5 de abril de 2010

Copa do Mundo na África do Sul/revistaNova Escola


Copa do Mundo 2010 - África do Sul. Ilustração: Editoria de arte

Em junho de 2010 começa a Copa do Mundo na África do Sul. Aproveite o maior evento de futebol do planeta para tratar não apenas do esporte, uma das grandes paixões brasileiras, mas também das nossas raízes culturais africanas e do respeito à diversidade.


Sobre a África

Reportagens
Planos de aula
http://revistaescola.abril.com.br/historia/pratica-pedagogica/historia-local-afro-descendentes-472191.shtml


Pesquisando Na internet
Pt.wikipedia.org/wiki/Podcast
informatica.hsw.uol.com.br/web-206.htm
www.acordacultura.org.br
aldeiagriot.blogspot.com
www.arteafricana.usp.br/index.html
www.palmares.gov.br
www.ritosdeangola.com.br/news.php
www.capoeiradobrasil.com.br

Materiais para aprofundar a discussão sobre racismo:
www.dialogoscontraoracismo.org.br

RevistaNova Escola/Fevereiro 2010 /Copa do Mundo na África do Sul








A seleção brasileira na Copa do Mundo

Realizada desde 1930, a maior competição do futebol mundial vai tomar conta do país a partir de junho. Conheça a história do torneio e a participação do Brasil no campeonato

Dagmar Serpa (novaescola@atleitor.com.br)

Mais sobre futebol

ESPECIAL

• Copa do Mundo na África do Sul
REPORTAGENS
• Futebol: um jogo de cooperação e respeito
• Bate-bola sobre a Copa do Mundo na escola
• Como acontece a escolha do país-sede da Copa do Mundo?
• As lições do ex-técnico da seleção, Luiz Felipe Scolari
• Esportes, como futebol, podem ser usados para ensinar Matemática?
JOGO
• Labirinto da Tabuada: desafio com as propriedades da multiplicação
PLANOS DE AULA
• O futebol como forma de expressão de grupos sociais
• Futebol rende boas aulas de geometria e de probabilidades
• A febre do futebol em questões com regra de três
• A Copa do Mundo e o conceito de nacionalismo
Paixão nacional, o futebol não deve ficar restrito às quadras e ao horário do recreio durante a competição. Passados 80 anos desde o primeiro campeonato, não faltam histórias sobre o torneio vencido cinco vezes pelo Brasil.

1905
A Fifa, Federação Internacional de Futebol, propôs a competição. No entanto, a ideia não despertou o interesse de nenhum país. Uma nova tentativa foi feita nove anos depois, mas nem desta vez o campeonato mundial emplacou, por causa da Primeira Guerra Mundial, que estava começando e se estenderia por quatro anos.

1930
A primeira Copa do Mundo aconteceu em Montevidéu, no Uruguai. Quatro países europeus e nove sul-americanos participaram da competição, vencida pelo dono da casa. Na final, a seleção uruguaia derrotou a argentina pelo placar de 4 a 2. Nesse primeiro mundial a participação do Brasil foi um grande fiasco. Nossa seleção não passou da primeira fase.

1934
Na Copa realizada na Itália, o Brasil teve o mesmo fraco desempenho.

1938
O Brasil fez uma boa campanha na França e, pela primeira vez, o torneio mobilizou o país, que torcia acompanhando os jogos pelo rádio.

1950
Por causa da Segunda Guerra Mundial, a competição ficou suspensa por 12 anos. Os países europeus ainda sofriam os efeitos do conflito e o Brasil foi a sede do evento. Jogando em casa, nossa equipe fez ótima campanha e chegou à final contra o Uruguai precisando apenas de um empate. Mas, em pleno Maracanã, diante de 200 mil torcedores, a seleção canarinho fracassou.

1958
Presente em todas as copas, o Brasil ganhou seu primeiro título na Suécia. Foram convocados Pelé, Garrincha e até Zagallo, antigo técnico da seleção.

1962
A seleção brasileira conquistou o bicampeonato no Chile.

1970
No México, veio o tri para a seleção brasileira.

1994
Depois de 24 anos de jejum, nosso time levantou a taça pelo tetracampeonato após uma emocionante disputa de pênaltis contra a Itália, nos Estados Unidos.

1998
O Brasil chegou à final, mas perdeu para a França, pais-sede do torneio.

2002
Na Copa realizada no Japão e na Coreia do Sul, sob comando do técnico Luiz Felipe Scolari, o time saiu invicto da competição, conquistando o pentacampeonato.

2006
Na Copa da Alemanha, a campanha brasileira deixou a população frustrada. A seleção perdeu novamente para a França, dessa vez nas quartas-de-final.

2010
O Brasil joga em busca do hexacampeonato na África do Sul, primeiro país africano a sediar a competição.

Fonte: http://revistaescola.abril.com.br/educacao-fisica/fundamentos/selecao-brasileira-copa-mundo.

quinta-feira, 1 de abril de 2010

segunda-feira, 29 de março de 2010

Selinho recebido.obrigada!

Selinho recebido da amiga Joelma couto do blog amigas da Educação
http://amigasdaedu.blogspot.com

segunda-feira, 22 de março de 2010